domingo, 15 de março de 2009
10 dicas para aprender a namorar
1ª Ponha seu orgulho de lado. Namorar não é para os hipersensíveis. Lembre-se de que as razões pelas quais alguém pode não se interessar por você são as mesmas pelas quais outros se interessam. 2ª Ouça o julgamento do outro, lembrando-se de que boa parte do que ele diz tem mais a ver com ele do que com você. Filtre o que ouve, mantendo apenas o que faz sentido para você. 3ª Não faça jogos. Seja sincero e aberto sobre suas intenções. Se você não tiver certeza de que o namoro poderá tornar-se um relacionamento, diga isso claramente. 4ª Torne-se vulnerável. Coloque seu medo de lado e permita-se experimentar. Use a oportunidade para checar se você está mesmo a fim de um relacionamento. 5ª Não deixe o outro jogar com você. Ao perceber mensagens duplas (por exemplo, entre o que ele diz e o que ele faz), confronte-o abertamente. Diga que está confuso com os sinais ambivalentes e esclareça a questão. 6ª Não faça julgamentos do tipo certo ou errado, bom ou ruim. As pessoas são diferentes entre si e cada uma tem o seu jeito próprio de ser. Se o relacionamento não está funcionando, parta para outro, mas sem necessariamente julgar seu parceiro negativamente só por ele ser diferente de você. 7ª Seja visível. Muitos gays têm dificuldade de encontrar parceiros por não participarem da comunidade gay. Identifique organizações voltadas para a comunidade e/ou freqüente eventos e atividades que reúnem outros gays. 8ª Mesmo (e, sobretudo) quando as coisas não estão indo muito bem, encare o namoro como uma experiência. Tente aprender coisas novas com cada relacionamento (inclusive sobre você mesmo) e ampliar seus horizontes. 9ª Obrigue-se a se aproximar de outros homens. Não espere que eles se aproximem de você. Corra o risco de iniciar uma conversa. Só assim você saberá se existe alguma chance da coisa rolar. 10ª Aprenda a rir de situações esquisitas nas quais você se envolve. Não leve muito a sério os percalços naturais e inevitáveis do processo de namorar e firmar relacionamentos. Por mais obvias que essas dicas possam parecer, elas encerram uma grande verdade: é namorando que se aprende a namorar. E evitar fracassos é a forma mais eficiente de nos mantermos sós
Versáteis
Já reparou na quantidade de gays que se diz versátil? Por isso se entende que o cara em questão não se importa em ser ativo ou passivo. É só dar um giro no Vitrine do Mix Brasil para encontrar a palavra lá, na descrição. Em alguns casos, há especificações do tipo “versátil, mas mais passivo” ou “versátil, mas mais ativo”. “Para mim tanto faz”, diz o web designer Flávio*. “Já tive namorados só ativos e namorados só passivos. Aliás, um problema com meu atual namorado é que ele é só passivo. Se eu pudesso escolher, sempre ficaria com alguém que gostasse de tudo”, explica. O fenômeno não é novo. Já nos anos 60 usava-se a gíria “panqueca” para se referir aos gays que davam e comiam. O que é novo é a generalização do padrão “versátil” em alguns meios. “Eu percebo que entre os gays dos Jardins (zona nobre de São Paulo) rola mais esse tipo de coisa”, diz Lucas*, homossexual que freqüenta tanto a cena dos Jardins quanto da Vieira de Carvalho (centro de São Paulo). “Lá na Vieira ainda tem um padrão de bicha-bofe, sabe? Você percebe logo quem é o ativo e quem é o passivo na relação”. No período pós-revolução sexual, o comportamento era inclusive incentivado. O epidemiologista Gabriel Rotello chegou a atribuir à versatilidade a causa da proliferação do vírus da Aids entre os gays. “Não quero dizer que os gays têm alguma culpa, mas o fato de as pessoas de um mesmo grupo serem ativos e passivos abre clinicamente mais possibilidades do HIV se difundir”. Com a Aids e a cultura yuppie, o modelo ativo e passivo voltou a ser predominante, até que, agora, os versáteis voltam a ganhar evidência. Há casos e casos. Diogo*, por exemplo, é gay assumido e freqüenta meios GLS. Ele se diz um “pseudo-versátil” porque consegue ser ativo e passivo, mas com pessoas diferentes. “Nunca fui ativo com quem já fui passivo e vice-versa”, explica. Diogo não sabe explicar o porquê desse limite que ele se impõe, mas afirma que, até o momento, isso nunca foi um problema. “Em geral, os caras procuram uma coisa ou outra, nunca as duas”, explica. A saída para esse novo limite é apontado por Facchini: “Cada relação pode ter sua fantasia própria, a sua historinha que vai sendo construída no processo de se conhecer. Nesse momento, é difícil o tanto faz. Claro que o tesão é conformado em cima de convenções, mas a pessoa pode construir histórias diferentes com diferente parceiros”. Cavalcanti lembra, ainda, que é difícil também assumir uma posição fora de qualquer convenção. “Muita gente sofre por querer entrar em um padrão que não condiz com seus desejos”. Nesse sentido, a obrigação de ser moderno pode tornar-se um fardo. É preciso lembrar, portanto, que não importa para qual lado você vire na cama, o importante é ser feliz. Se vc quer ler na íntegra a reportagem...clique: http://mixbrasil.uol.com.br/cultura/especiais/versateis/versateis.asp
VIVER GAY É BARRA PESADA
Já pensou ter um namorado e não poder dar as mãos em um local público,ou um simples beijo? Pois este é o dia-a-dia da maioria dos homossexuais no Brasil e em grande parte do mundo. E opior,o preconceito vem muitas vezes dos próprios homossexuais devido à cultura que lhes foi imposta e absorvida,sem contar os homofóbicos,que acham uma aberração dois homens ou duas mulheres se beijarem e/ou trocarem carícias tanto em local público como em quatro paredes. Estes últimos precisam urgentemente de tratamento médico,e também de um bom corretivo. Penso:será que é tão grave duas pessoas do mesmo sexo se darem as mãos e/ou trocar juras de amor abertamente,sem medo ou desconfiança? Às vezes,vejo um casal heterossexual aos beijos e tão bem à vontade que chega a me dar inveja. Talvez não chegue a tanto,talvez a inveja possa ser um termo meio pesado,porém,sinto-me com a obrigação de exigir de mim mesmo e brigar com quem que for para conseguir ficar à vontade. Entendo que as pessoas não são obrigadas a aceitar oura forma de amor. Mas também questiono o mundo e atodos por não quererem tentar aceitar o "fica na sua que eu fico na minha",como diz a gíria. Quando digo que viver gays é barra pesada,não estou falando nada de novo. Sabemos que a discriminação é tão forte que preferimos negar-nos a estar bem com quem convivemos,ou até mesmo a brigar,porque a pessoa insinuou-se de forma não-convencional ou portou-se de forma muito ousada à frente de outros. Até que ponto vamos permitir que uma sociedade abarrotada de erros e maldades possa conduzir a nossa vida? Ora,somos pessoas com vontade de viver - amar, trabalhar,divertir,lutar,aprender,criar,etc - e talvez,sei lá,tenhamos que "vestir a camisa" de alguma forma para tentar acabar com a homofobia,doença de alguns hipócritas que,pela educação voltada ao ódio aos homossexuais ou porque não resolveram seus problemas,querem aplicar a violência como forma de excluir da face da terra aqueles que "amam seu igual". Será que o troco não seria o certo? Ao invés de vítima,nos tornássemos os agressores. Será que a polícia continuaria arquivando os crimes contra os homossexuais? De certo,aquela frase:"foi ele quem procurou,poderia não ter trazido para casa" os "homens da lei" não falariam mais. Por outro lado,colocaria de imediato o homossexual agressor atrás das grades. Além de ser bicha,se acha com o direito de matar. Só porque o cara não queria nada com ele,essa seria uma das frases,em meio a centenas,ditas pela polícia e pela sociedade em geral. Antes de receber as críticas,quero deixar claro que minha postura nunca seria essa.Matar nunca. Não queremos ser o espelho desse grupo doentio e perigoso,e que não é pequeno.Somente estou colocando os fatos por outro ângulo,ou seja,quem sofre a ação passa a aplicá-la. Realmente,sair de mãos dadas,beijar-se e trocar palavras de amor não agride a ninguém,a não ser aqueles que não têm amor dentro de si nem para passar aos outros. Esse sim têm que fazer terapia e perceber o mal que há dentro dele. Essa raiva sim tem que ser controlada de imediato.
Por: Eraldo Alves
Por: Eraldo Alves
Gay
PESSOAS NORMAIS QUE ENCONTRAM NO SEU IGUAL UM AMOR DIFERENTE... CAPAZ DE SUPERAR AVIDA, A MORTE A SI MESMOPOIS O AMOR VEIO DE VARIAS FORMAS, JEITOS, ECORES...NÃO TEM COMO SEGURA-LO VAI ALÉM DA EMOÇÃO BASTA APENAS UM OLHAR PARA A MAGIA COMEÇAR. SOMOS DIFERENTE DEMUITOS QUE AQUI VIVEM POIS: TEMOS QUE ESCONDER NOSSOS SENTIMENTOS E VIVER AGUERRA DOS MORTAIS ONDE O PRECONCEITO É MAIOR QUE O PROPRIO CONCEITO DO HOMEM.SOMOS JULGADOS POR AMAR E CONDENADOS PELO PECADO QUE O SER HUMANO INVENTOU MAIS SE SER GAY FOR PECADO PORQUE DEUS NOSFEZ ASSIM? SERÁ QUE QUEM ERROU FOI ELE? OU SERÁ QUE O ERRADO É VOCÊ, POR ACHAR QUE O CERTO É SER NORMAL.LUTAMOS A CADA DIA POR NOITES MAIS FELIZES, EM BÙSCA DE RESPEITO QUEREMOS NOSSA LIBERDADE EMOCIONAL COM A CERTEZA DE NÃO ABALAR NINGUEM SONHAMOS EM SER PAIS EM SER FILHOS EM TER UMA FAMILIA. QUEREMOS NOSSOS DIREITOS E CUMPRIR NOSSOS DEVERES NO MUNDO PARA QUE NO FUTURO SEJAMOS LEMBRADO COMOUMA LENDA E NÃO COMO UMA PIADA.E PARA ESTA CAUSA TER UM FINAL FELIZ CONTAMOS COM O SEU RESPEITO POIS: INDEPENDENTE DE COR, RAÇA OU RELIGIÃO SOMOS UMAÚNICA RAÇA A RAÇA HUMANA.
sábado, 14 de março de 2009
Aplausos
Aplausos a todos os homens, do mundo da moda ou não, imbuídos da beleza exigida ou não; aplausos ao menino, ao pai de família; aplausos aos homens que lutam para entender suas mulheres, tratá-las como merecem; aplausos aos homens que tiveram a coragem de declarar seu amor pelos iguais; aplausos aos desbravadores da moda masculina; aplausos a todos aqueles que tiveram que lutar para chegar onde chegaram; aplausos aos gays, principalmente aos que ousaram descobrir o que havia para além do armário; aplausos aos héteros; aplausos aos garotos de programa, que vendem todos os dias a beleza, virilidade e o vigor que seus poucos anos dão àqueles que têm o dinheiro para pagar e que infelizmente a baixa auto-estima os impediram de se acharem suficientemente atraentes ou não foram capazes de ser fiel ao seu cônjuge; aplausos aos que querem apenas relacionamento aberto; aplausos aos bissexuais; aplausos aos curiosos, pois também tiveram a coragem e ousadia de descobrir o que tinha para além do que lhes era posto pelo universo hétero; aplausos aos que ainda continuam no armário, pois sabem a dor e a delícia de continuar lá; aplausos aos militantes, pois vem deles e dos que dão a cara a tapa a efetivação dos direitos sociais gays; aplausos aos negros, aplausos aos afeminados, pois têm que lutar pelo preconceito duas vezes; aplausos aos abusados, aos comedidos, e também àqueles que participam de comunidades no orkut do tipo “Seja gay mas seja macho”, é a diversidade da diversidade mostrando que gay não precisa ser isso ou aquilo; aplausos, aos dançarinos, aos gogo-boys, aos estilistas, aos cabeleireiros, aos maquiadores, aos artistas plásticos, aos escritores, aos advogados, professores, médicos, dentistas, bombeiros, policiais militares, coreógrafos, fotógrafos, jornalistas, advogados, engenheiros, arquitetos...; aplausos aos gays da melhor idade, pois seu fraco vigor já não os coloca na lista dos preteridos da maioria e mesmo assim eles honram aquilo que são; aplausos aos feios, tão renegados numa sociedade desonesta para com o que verdadeiramente faz um ser humano; aplausos aos menos afortunados, pois a inclusão digital ainda não os alcançou, portanto, nem com a tecnologia da Internet podem contar para expressar seus sentimentos; aplausos aos gays cristãos, pois tiveram a coragem de insistir que é possível conjugar Deus e homoafetividade; aplausos aos simpatizantes e amigos dos gays, que os aceita e os defende a todo custo; aplausos aos pais, para quem a dor também não é pequena na hora de aceitar seus filhos como são, sem culpar ninguém; aplausos aos soropositivos, e que a culpa da homossexualidade não recaia sobre eles; aplausos aos gays talentosos, que revolucionaram o mundo da moda, o teatro, a música; aplausos aos que expuseram a nudez em ensaios para revistas gays masculinas; aplausos a Cher, Madonna, Fred Mercury, Village People, David Bonie, Gloria Gaynor e tantos outros ícones da música que fizeram canções que embalaram as noites e os momentos de gays e héteros; aplausos aos que buscam sexo na internet, é um risco; aplauso aos que buscam relacionamento sério, é um prêmio; aplausos aos que buscam apenas grandes amizades, se for bonito, vai ganhar um inimigo (rs); aplausos aos héteros que não se irritam com as cantadas gays; aplausos aos gays que não se irritam com as cantadas da mulheres; aplausos ainda aos atores de filmes pornôs, estes também sabem a dor e a delícia de serem o que são. Por último, aplausos às centenas de gays mortos por grupos homofóbicos, explorados sexualmente e moralmente, aos que foram tratados com preconceito no trabalho, rejeitados pela família, pela igreja no decorrer da história. Muito do que se tem hoje, se deve a eles.
Perdoem-me, mas só não posso pedir aplausos para os hipócritas e os homofóbicos, mesmo que o que assim os determina seja a limitação de suas experiências e sua intolerância.
Retirado de: http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=6731309383255085000
Perdoem-me, mas só não posso pedir aplausos para os hipócritas e os homofóbicos, mesmo que o que assim os determina seja a limitação de suas experiências e sua intolerância.
Retirado de: http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=6731309383255085000
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